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Faça o bem para seu bem

Não importa sua idade, sexo, escolaridade ou profissão. Basta ter boa vontade para integrar o time da solidariedade. Mais do que fazer bem a alguém ou a alguma causa, trabalho voluntário traz inúmeros benefícios a quem o pratica. Pesquisas mostram que a ação voluntária ajuda na saúde. Sem contar que as empresas estão dando preferência a candidatos que participam de algum movimento voluntário.

Tampouco é preciso dispor de muito tempo para uma atividade voluntária. Se você dedicar apenas uma hora por semana a ela, já vai estar contribuindo com a sua parte. Para ser voluntário, não é necessário estruturar ou integrar uma Organização Não-Governamental, as chamadas ONGs. Sozinho ou com grupo de amigos, você pode desenvolver uma série de ações solidárias.

  • Reúna sua turma e passe uma tarde numa creche, orfanato ou hospital contando histórias infantis às crianças. Ou, então, leve brinquedos e jogos para brincar com a garotada.
  • Você pode também arrecadar livros e revistas usados para doá-los a creches, asilos, orfanatos e hospitais. Aproveite a oportunidade e converse um pouco com o pessoal. Eles precisam muito de atenção.
  • Todo mundo tem um talento. Use o seu para beneficiar alguém. Se você tem um dom artístico para a representação, monte um grupo de teatro amador e percorra as entidades assistenciais levando entretenimento aos carentes.
  • Pessoas que sabem falar inglês ou outra língua podem ensinar noções básicas para quem não sabe. Você domina o computador? Faça o mesmo.
  • Você pode criar um grupo para negociar com os feirantes a doação de legumes, frutas e verduras para serem distribuídos às comunidades carentes.
  • Independente de sua profissão, favoreça alguém com seu trabalho. Quem é cabeleireiro pode reservar um dia por mês para cortar o cabelo dos internados em asilos ou orfanatos. Os dentistas podem ensinar noções de higiene aos alunos carentes matriculados nas creches. Pedreiros, eletricistas e encanadores podem oferecer seu trabalho para pequenos reparos nas entidades assistenciais.
  • Amigos, vizinhos e parentes, juntos, podem preparar festas, chás e jantares beneficentes. Com o dinheiro arrecadado, que tal pintar a escola do bairro?
  • Se você pensa em ser um jornalista no futuro, comece a treinar já. Crie um jornalzinho comunitário para dar informações sobre cidadania, direitos e outros conselhos úteis.
  • Pessoas que sofrem do mesmo problema e não encontram apoio podem se reunir e criar um grupo de autoajuda.
  • Pessoas bem adaptadas às suas necessidades especiais podem ajudar outras que ainda têm dificuldades para conviver com elas.
  • Quem é bom na escola pode dar aulas de reforço às crianças carentes com problemas de aprendizado escolar.
  • Esportistas e professores de ginástica podem oferecer uma tarde de atividades às crianças de orfanato ou creche.
  • Você pode incentivar as pessoas a doar sangue, dando o exemplo e reivindicando que façam o mesmo. Ou, então, mobilize amigos, parentes e vizinhos para uma caravana ao hemocentro da cidade. Imagine quantas vidas não serão salvas em função dessa ação solidária!

 

Ivanilde Sitta
Revista Coop setembro

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