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Engenharia de Telecomunicações

Duração

10 semestres, conforme sugestão da unidade para o cumprimento do currículo pleno, sendo o prazo máximo de integralização 12 semestres.

Atuação

De Wall Street investidores americanos comunicam-se com a bolsa de Tóquio ou Kuala Lumpur e, em segundos, enviam ordens de compra ou venda de ações. No mesmo instante uma criança assiste o desenho animado que passa na TV a cabo e um adolescente diverte-se num chat da Internet. Tudo isso é possível graças a redes de fios, fibras óticas, satélites, microcomputadores e outros equipamentos sofisticados. Vivemos a era das comunicações. Para que as complexas redes de comunicação funcionem, profissionais especializados em telecomunicações desenvolvem projetos e operam sistemas, comandados pelos engenheiros de telecomunicações.

Mercado de trabalho

Perspectivas mais do que otimistas
O otimismo é uma marca constante nas previsões dos especialistas sobre os próximos anos do setor de telecomunicações. Kleber Rezende de Castilho, diretor financeiro da Associação Brasileira das Empresas e Profissionais das Telecomunicações (Aberimest), destaca que, em 2002, vai acabar a reserva de mercado no setor em todo o País. Isso fará com que, por exemplo, grandes operadoras de telefonia como a Telefonica e a Telemar disputem mercados hoje controlados apenas por uma delas. Para se preparar para o aumento da concorrência, as empresas estão investindo bilhões de dólares, o que abre oportunidades para os engenheiros de Telecomunicações, além de beneficiar os consumidores.

Castilho, que também é conselheiro do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de São Paulo (Crea-SP), garante que as telecomunicações são o mercado do futuro e justifica seu argumento com alguns números. Nos últimos cinco anos, o setor cresceu 30%, num período em que o restante da economia brasileira se expandiu em média 10%. Ele lembra que, há uma década, os serviços de telefonia fixa e celular atingiam 10% dos brasileiros e estima que, em 2005, eles deverão beneficiar 50% da população. Hoje, metade dos aparelhos celulares é produzida no Brasil, por empresas nacionais ou transnacionais.

Victor Hugo Chehab, coordenador do curso de Engenharia de Telecomunicações da Universidade Federal Fluminense (UFF), destaca que, embora já existam sinais de saturação em alguns setores, o mercado ainda está receptivo. Grandes investimentos continuam sendo realizados, por exemplo, na infra-estrutura de cabos de fibras ópticas, na expansão dos sistemas telefônicos – tanto os fixos como os celulares – e na prestação de serviços via Internet, justifica.

Chehab acredita que, além das áreas já tradicionais, como telefonia e Internet, haverá oportunidades crescentes em novas especialidades, como Teleinformática, que integra serviços de comunicação de voz e dados, além dos ramos comerciais das empresas, como gerência de custos e serviços.

Maiores informações 

http://www.telecom.uff.br/grad.htm http://www.ptc.poli.usp.br

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