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20 de julho de 2016
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Relações Internacionais

Duração:

08 semestres, conforme sugestão da unidade para o cumprimento do currículo pleno, sendo o prazo máximo de integralização 12 semestres.

Atuação:

Esta é a profissão do momento. O profissional de relações internacionais viu o seu campo de atuação crescer bastante nos últimos anos, abrangendo desde a moderação de negócios com empresas estrangeiras até a assessoria a prefeituras e governos que querem ampliar o intercâmbio com outros países. Em um mundo onde a globalização econômica, cultural e política é cada vez maior, o papel desse profissional só tende a aumentar.

Mercado de trabalho:

Profissão vive bem. Essa é uma área que está espalhando rapidamente os seus tentáculos nos mais diferentes campos de atuação. Os recém-formados encontram emprego em grandes escritórios de advocacia, em organizações não-governamentais (ONGs), em bancos, câmaras de comércio, exportadoras, prefeituras, jornais, agências de notícias e organismos internacionais como a Organização das Nações Unidas (ONU).

O boom da profissão é explicado por alguns motivos. Um deles é o desenvolvimento recente da área no Brasil, que começou a florescer a partir de 1995, quando foi fundado o curso de Relações Internacionais da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

Até então existia apenas a graduação na Universidade de Brasília (UnB), pioneira na formação de profissionais da área, cujo curso foi criado no início da década de 1980.

Além disso, o fechamento de acordos comerciais e a consolidação de blocos econômicos que envolvem vários países, como o Mercosul, a Área de Livre Comércio das Américas (Alca) e a União Européia, ampliaram a necessidade de profissionais qualificados nas últimas décadas.

Há ainda outro fator que ajuda a explicar o crescimento desse campo: os conflitos internacionais que têm acontecido desde o final da Guerra Fria e a natural necessidade de se estabelecer organismos representativos para mediá-los.

Dessa maneira, acontecimentos como as guerras do Kosovo, do Afeganistão e, mais recentemente, do Iraque, demandam ações diplomáticas e humanitárias que envolvem vários países, e não apenas aqueles que estão no centro dos conflitos. O profissional de relações internacionais pode ajudar a estabelecer as linhas dessas ações.

Em um mundo onde as fronteiras econômicas, culturais e políticas estão cada vez mais abertas, este profissional desponta como um analista das relações entre nações, que precisa dar respostas rápidas ao que acontece no mundo. Mais contemporâneo, impossível.

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