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Um olhar para si mesmo.

Como é feliz a pessoa que teve os seus erros perdoados e ficou livre de ter que pagar as suas dívidas. Como é feliz o homem cujos pecados Deus perdoou; suas culpas foram apagadas e está livre de más intenções em seu coração. Salmo 32:1, 2.

O sentimento de culpa é um mal que tem prejudicado muito as relações familiares, profissionais, sociais e outras. Alguns se tornam agressivos, outros se isolam do mundo. Uns tendem a rebaixar os valores morais da religião e outros se entregam ao fanatismo, fazendo da mesma religião um grande e insuportável fardo.

A culpa pode ser uma forte razão para a infelicidade. Ela é mais que mera rejeição de um ato pecaminoso em função do conhecimento de uma lei moral. Ela faz com que o pecador sinta profunda tristeza e vergonha de si mesmo. Infelizmente não o leva a rejeitar apenas um ato, leva-o a rejeitar-se a si mesmo. A culpa surge quando uma conduta não se harmoniza com determinados valores, e se compreende pelo resultado de um conflito no tônus afetivo. Caracteriza-se pelo remorso em relação ao passado, bem como certo grau de ansiedade por indesejadas consequências no futuro. Isso compromete a paz, a alegria, o bem-estar…

Mas há uma solução eficaz para o coração que almeja uma resposta para as suas culpas. O Salvador Jesus disse: Vinde a Mim todos os que estais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei. (Mateus 11:28). E mais adiante também lemos: … e todo aquele que vier a Mim de maneira nenhuma lançarei fora. (Jo. 6:37). Ele deseja remover a culpa oferecendo o Seu perdão. Mas isso só é viável mediante o arrependimento e a confissão. (1º João 1:9-10). Portanto, a felicidade está ao alcance de todos, se tão somente puderem crer nEle.

Há quem lute contra a culpa procurando rebaixar os valores! Isso só funciona por algum tempo, mas nunca por todo o tempo. Porque, enganar-se a si mesmo não muda a realidade dos fatos e a cada lembrança da dívida retorna à culpa, o medo, a angústia. Por conta disso, só é feliz aquele cuja desobediência foi perdoada, cujo pecado já foi removido e está livre das más intenções em seu coração. (Salmo 32:1-2).

Graciliano Martins – Pastor e Psicólogo.

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